terça-feira, 30 de novembro de 2010

Seu filho come mal? Saiba como ajudá-lo

Gente, ja dei meu relato sobre a experiência que tive na alimentação da minha filha alguns posts atrás, mas achei essa reportagem super interessante, de uma olhada:




Sabe aquela criança que faz beicinho na hora de comer e recusa qualquer garfada? E aquela que separa o brócolis e diz que salada, não! E a outra que diz que não está com nenhuma fome, mas que se a mãe levá-la no McDonald’s a fome volta? A nutricionista goiana Cláudia Lobo, de 39 anos, se deparou com essas situações e lançou o livro Comida de Criança -Ajude sue Filho a se alimentar bem sempre (MG editores) para pais preocupados em melhorar a alimentação de seus filhos. O livro é muito interessante e fácil de entender. Cláudia dá receitas de como decorar um prato para a criança se interessar pela comida, fala sobre as vitaminas importantes para o crescimento, dá receitas saborosas para variar o cardápio infantil e ainda traz uma tabela que relaciona calorias à idade da criança. Na capa, um rostinho feito de alimentos. O bonezinho é um frango com legumes, o cabelinho é o feijão, a cara é de arroz, olhos de ovos cozidos e a boquinha é de tomate cereja.


Assim que bati os olhos nesse livro me lembrei da minha infância. Por conta das crises de asma, tinha muita dificuldade em comer e minha mãe, com toda a paciência do mundo, fazia essas carinhas no meu prato. E me dizia: agora come o cabelinho. E eu, encantada, com aquela figura, ia devorando- a aos poucos. Hoje tenho uma alimentação super saudável, só como pães integrais, não como carne vermelha há 18 anos e na minha casa não entra refrigerantes. Meus filhos adoram um churrasco, mas também são aqueles da propaganda que pedem para comprar brócolis no supermercado. E claro, como crianças “normais” não dispensam um sorvete e um chocolate. Mas só nos finais de semana.

Enfim, vamos voltar à bela história de autora Cláudia Lobo. Em entrevista ao blog, ela disse que sua infância foi o contrário da minha. Sobravam frituras, refrigerantes. “Cresci numa casa onde não havia legumes, verduras e frutas e por toda a vida fui gordinha. Na minha adolescência, tinha uma baixa autoestima”, diz . Cláudia diz que chegou a pesar 100 quilos. Isso depois do segundo filho ( ela tem um menino de 7 anos e uma menina de 5). Quando a balança atingiu essa marca, seu filho menor tinha dois anos. Ela disse então que resolveu dar um basta. “Queria oferecer um futuro diferente para meus filhos”. Cláudia decidiu, então, fazer a tal da reeducação alimentar. Trocou todo o cardápio de casa e até o marido- que não era obeso- emagreceu. Ela também fez uma redução do estômago para ajudá-la nesse processo. “Tinha muitos problemas de saúde”, conta. Nesse processo, ela resolver montar o programa Saúde na Escola. Cláudia dá aulas em Tiête, no interior de São Paulo e nas cidades vizinhas para pais e mestres interessados em ter uma dieta mais saudável.



Numa refeição normal, basta fazer os olhinhos com ovo e ketchup- foto de Claúdia Novaes
Eu disse à ela que mudar de hábitos não é muito fácil. E perguntei como fazer isso. Cláudia disse que é preciso dedicar um pouco de tempo e muito carinho. E o mais importante: se lembrar que a comida pode ser lúdica.

Seguem as etapas:

1) É preciso ter convicção de que algo precisa ser feito. É isso que irá levar a mudança alimentar adiante;
2) Seja o espelho para seus filhos. Se você não se alimenta bem, ele também não vai se alimentar;
3) Se organize em termos de horários, frequência das refeições e peça participação da família, mesmo que não seja em todas as refeições;
4) Se instrua em como oferecer uma alimentação saudável e faça os ajustes no cardápio. Se faltar legumes e verduras, aumente a quantidade nas compras;
5) Tenha persistência e criatividade para entrar no mundo mágico da criança. A partir disso, tudo irá fluir.

A pizza na foto do lado esquerdo ( as fotos são de Cláudia Novaes) foi feita de massa integral, molho de tomate, chicória, queijo fresco, tomate cereja, cenoura e abobrinha. E leva a cara divertida de um monstro que seu filho pode ajudar a fazer.

A Letícia já contou aqui uma experiência contrária a tudo isso. Uma mãe que obrigou a filha de dois anos à uma dieta absurda. Por isso, é sempre bom ter o acompanhamento de um especialista, seja ele o pediatra ou nutricionista.

Agora, não é bacana usar a criatividade em pratos como esses abaixo? E tem tudo o que uma criança precisa, de carboitrado a proteínas..E você, como anda a alimentação em sua casa?


segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Campanha Natal Avon


Campanha 20 no Ar!!

A Campanha 20/2010 já está no ar! Esta é a última campanha que chega antes do Natal a última de 2010 então vamos aproveitar e fazer as compras os Estojos de Natal estão lindos comprei alguns e já vendi todos de pronta entrega. Quem não comprou aproveita !
Os pedidos da Campanha 20 podem ser feitos até o dia 15/12 para conferir os folhetos acessem www.folhetoavon.com.br !


sábado, 13 de novembro de 2010

Verão Chegando...

Que tal aproveitar estas promoções de Bloqueadores Solar A V O N Sun!!

Estas não estão no Folheto Virtual!!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Natal Avon 2010!

Natal Avon 2010!
Oi gente trago pra vocês todos os Estojos de Natal da Avon com preços para que você possa encomendar com antecedência!
Para visualizar melhor as imagens clique nelas para ampliar!
Para encomendas mandem email para maemulhermoderna@hotmail.com


 



sábado, 6 de novembro de 2010

10 perguntas sobre palmada!

Violência não é a melhor saída para impor limites. Veja como educar as crianças sem perder a razão

Se você acha que um tapa no seu filho vai fazer com que ele aprenda sobre limites e respeito, mude de atitude já! A seguir, veja respostas para as dúvidas mais comuns sobre o assunto e, ainda, opções que vão além da palmada para impor limites mesmo nos momentos mais difíceis.


1 - O tapinha carinhoso deve ser considerado agressão? O contato físico entre filhos e pais é fundamental. Nesse caso, você deve ter bom senso e analisar a situação. O tapa representa uma violência, a criança sente dor. Se esse for o caso, o tapa deve ser considerado uma agressão. Do contrário, se o contato faz parte de uma brincadeira, é leve e não incomoda, tudo bem. Mas o tapa pode ser um gesto mandatório e nem sempre os adultos percebem a força exercida. Na dúvida, não faça.


2 - O que a criança sente quando está apanhando?
Depende da idade. De um modo geral, a criança se sente agredida e não consegue relacionar o motivo da violência ao que fez para provocar aquilo. Ele sente medo e isso pode gerar traumas, afinal, ela está apanhando por um motivo não compreendido.


3 - Como a palmada se forma na memória do adulto?
Ninguém tem lembranças boas de um tapa. Mas como ele vai ser registrado na memória definitiva, varia de acordo com o vínculo afetivo estabelecido com os pais.


4 – Nesse caso, a palmada pode se transformar em algo aceitável, ou seja, um valor da família?Sim. Antigamente, a palmada era usada como instrumento de educação de forma habitual. Dessa forma, o adulto pode entender que só é possível educar dessa forma, transmitindo os valores de violência e agressão para futuras gerações.


5 - Na minha casa, fui criado à base de palmada e hoje não tenho traumas. Por que, então, ela pode ser prejudicial ao meu filho?
Se você pensar dessa forma, deve voltar a assistir TV em preto e branco, andar com carros antigos, usar as roupas fora de moda. O mundo evoluiu em todos os sentidos, principalmente na forma de educar, que é a base da sociedade. Além disso, é impossível prever como um tapa será recebido por uma pessoa. Há quem seja mais tolerante e outros que sofram mais. Quem vai querer pagar para ver se isso causará problemas no filho, se existem outras maneiras de educar?


6 - Por que bater não educa? Quando o adulto bate no filho, ele está reconhecendo que ficou impotente diante da atitude da criança. Mostra claramente que perdeu o controle de si mesmo e a agressão passa a ser a única maneira de manter a autoridade. A força física de um adulto é maior e se amplia nos momentos de raiva. Testar os limites dos pais é um comportamento típico que faz parte do aprendizado da convivência em família. Embora não seja fácil, os adultos devem lidar com as manhas com carinho e desenvolver a capacidade de dialogar e explicar as coisas para a criança sem violência. Afinal, ela é capaz de entender mais do que se imagina. Além disso, depois de bater muitos pais se arrependem. Essa atitude contraditória não é positiva para a criança.


7 - Quais são as consequências da palmada para vida da criança? Em primeiro lugar, a criança primeiro não entende por que está apanhando. Pode sentir raiva do adulto e aprender que a força é um meio aceitável de conseguir o que quer. Além disso, para descontar o tapa que levou dos pais, vai bater nos amiguinhos. O adulto não tem moral para dizer que isso é errado, as referências da criança ficam, portanto, confusas. Para piorar, após a agressão, ela vai remoer coisas antigas, trazer à tona mágoas de quem o agrediu e até mesmo querer se afastar do agressor.


8 – Ela pode, ainda, ter outros problemas no futuro? Sim. A criança que apanha também pode ter dificuldades para respeitar autoridades e receber ordens, já que era controlada pela força física. Ela obedecia para não apanhar ou somente depois de levar uns tapas. Assim, na ausência do castigo físico, perde as referências de até onde pode ir.


9 - Como agir em situações em que as crianças tiram os pais do sério ou ultrapassam limites, como birras e escândalos em lugares públicos? A questão é colocar os limites claramente para as crianças antes, conhecer bem os seus filhos. Tapas não são capazes de corrigir as falhas na educação. O diálogo, a explicação de que aquilo não é certo, com carinho, é mais eficiente. Pois, dessa forma, a criança compreende melhor. O tapa só vai estancar uma ação que provavelmente irá se repetir.


10 – Em vez de bater, tem problema gritar com a criança? Sim. Substituir os tapas por gritos também não adianta. É um tipo de agressão verbal, por isso, tem praticamente o mesmo efeito da violência física.


Fonte: Kátia Teixeira, psicóloga da clínica EDAC (SP), Cacilda Paranhos, especialista contra a violência infantil do Laboratório de Estudos da Criança (Lacri), do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP)